
Introdução
/ 01 — 2026
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O eu não se apresenta como uma unidade estável, mas como um efeito que emerge de relações, repetições e rupturas sutis. Algo que se reorganiza continuamente por meio de gestos, olhares e deslocamentos quase imperceptívei
© 2026

Texto da artista
O eu não se apresenta como uma unidade estável, mas como um efeito que emerge de relações, repetições e rupturas sutis. Algo que se reorganiza continuamente por meio de gestos, olhares e deslocamentos quase imperceptíveis.
Certas intervenções apenas tornam visível o que costuma permanecer difuso: a instabilidade entre dentro e fora, entre presença e projeção. Nesse campo, o eu aparece menos como identidade e mais como processo em circulação, sempre à beira da transformação.

